Pneus de qualidade tornam operações mais produtivas

Pneus de qualidade tornam operações mais produtivas

Modelos de alta performance também causam menos desgaste nos equipamentos; em parceria com a Michelin, Sotreq destaca melhor custo-benefício

 

Imagine um relógio caro, daqueles com muitas engrenagens. Para funcionar bem, uma deve estar conectada com a outra, respeitando posicionamentos e tamanhos. Agora, o que acontece quando você substitui uma engrenagem por outra que não condiz com a qualidade do relógio? O assessório pode até funcionar, mas apresentará maior desgaste com o tempo, até parar de girar os ponteiros.

 

A lógica é parecida com os equipamentos de grande porte – desenvolvidos para trabalhar em terrenos agressivos. Por exemplo: uma máquina de alta qualidade com pneus tradicionais. É evidente que, nessa situação, o operador terá de fazer mais esforço para concluir o trabalho. Consequentemente, torna-se menos produtivo. Com o tempo, a máquina sofre um alto desgaste e logo precisa de manutenção.

 

Por isso, empresas com expertise no ramo já oferecem pneus de qualidade aos clientes. Caso da Sotreq, que já distribui os equipamentos Cat® no Brasil, e mais recentemente os pneus da marca Michelin, líder do mercado no mundo.

 

E para quem acha que pneu é tudo igual, aqui vai uma aula. Mais comuns, os pneus diagonais possuem qualidade inferior aos novos modelos radiais da Michelin.

 

Por exemplo: no modelo radial, a banda de rodagem é estabilizada por
um bloco de cintas de aço. Já no diagonal, não; na opção radial, a carcaça é composta por uma única lona radial de cabos de aço. Na diagonal, a carcaça é composta por várias lonas têxteis cruzadas entre si.

 

“Com tecnologia e qualidade superiores, os pneus radiais aumentam o rendimento das máquinas e melhoram a performance, resultando em um menor custo/hora”, informa Fernando Loureiro, consultor de máquinas da Sotreq.

 

Custo-benefício

Outra vantagem é que os radiais proporcionam mais conforto e são mais resistentes às perfurações, durando em média 80% a 100% mais que os pneus diagonais. “Além disso, eles podem ser usados em máquinas de diversos segmentos”, lembra Loureiro.

 

E tem mais. Os modelos variam de acordo com o equipamento. Nas carregadeiras, em terrenos de baixa e média agressão (areais, trabalhos de terraplenagem, pátios de pedreira e mineradoras), necessitam ter um excelente nível de tração, como as opções XTLA L2 e XWH L3 da Michelin. Já para ambientes mais severos (frente de rocha), os pneus precisam ter estrutura e resistência maior, como XLDD2A L5 e XMINED2 L5.

 

“Pneus de qualidade são fundamentais para um trabalho de qualidade, por isso a Sotreq formou essa parceria com a Michelin, para distribuir as melhores máquinas e também os melhores pneus”, completa Loureiro.

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